sexta-feira, 18 de novembro de 2011

CARTILHA DE DESENVOLVIMENTO


As vezes penso, seriamente, que pode existir interesse nalguns membros do governo e da Frelimo de ver este país a crescer. Pode existir uma vontade de ver as coisas a andarem. O discurso do ministro das Finanças, Manuel Chang, revela isso. Reconhece a existência de lacunas e assim sendo reconhece que o Estado da Nação não é bem assim BOM. Existem muitos problemas e esses devem ser resolvidos. Nota 18 para ele. Entretanto, gostaria de realçar que para a consecução destes desejos soberanos de desenvolvimento humano, material e financeiro na nossa pátria, a solução passa, também, pela adoção de medidas que abranjam todos moçambicanos independentemente da sua cor partidária, credo, raça, etnia, tribo.
O Governo deve chamar todos moçambicanos para a construção deste país e tomar atitudes que estimule a sua participação.
Deve separar as questões políticas partidárias das questões econômicas, empresariais - política nya parte - negócio nya parte. Deve se promover tolerância zero aos dirigentes extorquidores dos micro empreendedores.
Por outro lado deve-se amenizar/aligeirar a burocracia na tramitação dos processos e da documentação de modo a permitir a abertura de negócios/empreendimentos com mais rapidez e também criar-se instituições independentes que monitoram e dêem suporte técnico de organização, gestão, planejamento e comercialização para que durem mais. É muito fácil ter sonho/idéia ou oportunidade de negócio e abrir esse empreendimento. Mas é muito mais fácil e rápido fechá-lo dentro de 6 meses.
Deve-se facilitar o acesso à terra, mas sem usurpá-la dos camponeses. A nós moçambicanos lideres e comuns devemos desenvolver a cultura de trabalho, de empreendedorismo e não a de lutar contra os que querem trabalhar. 

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