quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Será que a pressa de se chegar em casa supera os riscos mortais?



Será que a pressa de se chegar em casa supera os riscos mortais? 
Esta é a pergunta que me fiz quando depois de ver um soldado da Marinha de Guerra de Moçambique a entrar na correnteza para avaliar, segundo ele, a profundidade do local onde desabara a ponte da estrada Nacional número 1 na zona de 3 de Fevereiro e seguidamente uns três cidadãos moçambicanos entrarem, também para atravessar. Depois da passagem destas quatro pessoas houve avalanche de gente que mesmo com os apelos de outros se fizeram à correnteza com o seguinte discurso: Quando a pessoa morre, é que era seu destino. Estamos com pressa. 
As águas que inundaram e destruíram pequenas fabriquetas de tijolos, casas e machambas dos camponeses moradores das localidades de 3 de fevereiro provem das descargas de barragens e diques do lado do país vizinho, a Africa do Sul. Junto com a sua correnteza destruidora arrastaram casas, culturas, criações nos distritos de Magude, Manhiça e Macia nas províncias de Maputo e Gaza respectivamente.



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