segunda-feira, 8 de julho de 2013

FORÇAS GOVERNAMENTAIS CONTINUAM ATACAR POSIÇÕES DA RENAMO: O governo insiste com o discurso de que é pelo diálogo

A ceguera do povo moçambicano está a por e causa a estabilidade de Moçambique. Ao falar da cegueira não me refiro à deficiência visual, mas sim do espírito e alma. Aquela que veda a uma pessoa supostamente inteligente, sadio, coerente a não enxergar o óbvio chegando ao ponto que tomar decisões que coloca em risco a sua existência como pesssoa e ser humano.
Moçambique está a passos de uma guerra civil generalizada, pois declarada já está há muito tempo, apenas uma das partes é a que suportava demasiadas bofetadas (exclusão política, econômica e social).
Em Moçambique existem as forças armadas de Moçambique, as forças policiais militares da Intervensão Rápida (FIR), as forças policiais civis, as forças de segurança de Moçambique, as forças de inteligência (SISE), as forças de seguranças privadas, todas essas coordenadas pelo governo/Estado e partido Frelimo. Estado e governo se confundem em Moçambique.
Por outro lado, existem as forças de segurança das identidades do partido Renamo mediante um acordo saido em Roma, aquando da assinatura dos acordos que terminaram com a guerra civil. São essas forças que garante a existência relativamente política e vida dentro de uma sociedade cada vez mais excludente e que coloca estes ultimos marginalizados em Moçambique.
No entanto, com a situação atual da instabilidade política e militar, alguns discursos se unem aos da Frelimo, partido no poder a sensurar ou a condenar a existência destes homens-seguranças que asseguram a existência destes antigos lideres da guerrilha, atualmenente lideres do maior partido da oposição em Moçambique amplamente excluidos politicamente, socialmente e economicamente pelo partido no poder.
Aquestão é: Porque esse mesmo povo só consegue aperceber que em Moçambique não deve ter duas forças, o que é obvio, mas que aceita conviver com a exclusão social e política? Será que está tão cego ao ponto de não conseguir ver que a exclusão social, econômica é a causada existência de duas forças?
Se não houvesse arrogância, desequelibro no acesso aos bens de todos moçambicanos, não haveria revolta e nem rebeldes. A causa de todo este problema tem um protagonista. Guebuza e a Frelimo.
O que vale na solução deste problema, causar guerra para morrer inocentes de modo a acomodar interesses de uma elite predadora ou dialogar e estabelecer consensos, onde as partes perdem e ganham e ao fim ao cabo, todos nós usofruamos dos bens de que o país tem sem mortes e muito menos insegurança?
Moçambicanos, digam não a guerra. Digam não a arrogância. Digam não a delapidação do herário público e riquezas nacionais por uma elites que pensa que é libertadora deste país, pois este não é. É sim substituto do colonialismo. É na realidade colonialista facista composta por negros sem senso do que é o bem comum dos moçambicanos.
Pedra pedra construindo novo dia. Milhões de braços, uma só força.