quinta-feira, 15 de maio de 2014

PARTICIPE NA MARCHA DE REPÚDIO CONTRA O BOUBO DOS NOSSOS IMPOSTOS: Diga não ao subsídios luxuosos do Presidente da República e dos Deputados


sexta-feira, 9 de maio de 2014


GOVERNO TENTOU ASSASSINAR DLHAKAMA DURANTE O SEU O RECENSEAMENTO 
O governo da frelimo está absolutamente determinado a eliminar fisicamente o lider da renamo. Titâncos esforços foram feitos para acabar com Afonso Dhlakama no momento em que se deslocaria a Vundunzi mas a sua segurança logrou burlar o esquema, montado um forte dispositivo de segurança em Satungira, por ao ver esta movimentação de perdizes, forças especiais das FDS (Forças de Defesa e Segurança) se desdobraram na calada da noite para estarem em locais estratégicos nas redondezas para encurralar a comitiva do lider logo que aparecesse, para dar o bote mas as perdizes tinham a liçao bem estudada, interceptou os militares que foram quase na totalidade aniquilados. Vendo o plano A frustrado, o governo jogou o plano B: tiveram que pedir a todos os policias do distrito de gorongosa que trouxessem as suas mudas de uniformes de policia para vestir os elementos da FIR e outros das forças especiais. Foram feitas fréneticas diligências nessse sentido e a situação fez com que as brigadistas e a vasta equipa de graúdos do cne/stae e jornalistas demorassem deslocar-se para os locais do recenseamento.
Chegada a hora, a comitiva, formada por cinco viaturas, umas das quais carregando a equipa de ligaçao da renamo constituida por 5 elementos entre os quais o deputado Manuel Lole, o advogado Arnaldo Tivane e coronel da reserva Jussa. Seguia também uma viatura policial transportando 8 (oito) forças de elite disfarçados em uniformes de policias “cinzentinhos”. Parece que a ordem era fazer um atentado suicida (fala-se disso a boca pequena), isto é, mal estivessem frente a frente com o lider atirariam a matar não obstante tal acto resultasse num martírio total de todos os integrantes da policia certamente da comitiva governamental, jornalistas, etc, já que os seguranças perdizes reagiriam ao de forma totalmente enlouquecida.
Chegados próximos a vundúzi/Satungira a comitiva é mandada parar por duas perdizes que revistaram as viaturas e mandam prosseguir. Já em Vundúzi recebem inesperadamente orientações para prosseguirem para mais a frente, o que também baralhou todo esquema, porque possivelmente haviam atiradores de elite escondidos nas proximadades. A comitiva segue em frente e depois de atravessar a ponte sobre o rio Nhandugué é de novo mandada parar por 4 perdizes para mais averiguaçõees e dai percorrem uns 25 km, em direccão a localidade de Chionde, uns 10 quilómetros de Casa Banana. 
Cem ou duzentos metros antes de se avançar para o local onde está o líder, todos foram revistados e obrigados a desligar os telemóveis e os polícias receberam ordens expressas para náo se aproximarem do local e ficaram ai plantados sob a mira das várias perdizes entricheiradas incógnitas ou visíveis. Na verdade tudo já estava planeado para que o lider da renamo se recenseasse em Chionde, 30 km de Satungira), os seguranças do líder da renamo apenas enganaram as FDS simulando grande preocupação em proteger o provável local do recenseamento de Afonso Dlhakama em sataungira. O resto da história é o que todos vimos na televisão.
Unay Cambuma

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A EXCLUSÃO ECONÔMICA, SOCIAL E POLÍTICA VERSUS GUERRA CIVIL EM MOÇAMBIQUE


COSSA, Lourenço
Há dois anos falávamos, opinávamos e comentávamos acerca das injustiças cometidas pelo sistema excludente governamental do Partido Frelimo. Falávamos que todo tipo de exclusão desencadearia algum dia em violência e, no entanto surgiam "pensadores" ripostavam que isso nunca iria acontecer, pois a Renamo não teria quem o apoiasse. Com essa resposta era como assinatura ou rubrica da indiferença para com o sofrimento advindo da exclusão social, política e econômica dos outros, em particular dos moçambicanos da oposição. Era como se disséssemos que por ser da Renamo ou Outro partido da oposição não merece as oportunidades que o país oferece e que para que essa oportunidades os abrangesse deveriam abdicar de pensar diferente das dogmas do partido governamental, a FRELIMO.
As consequências estão aqui a olhos vistos.
Qual membro ou antigo combatente deste partido da oposição permitiria travar um autocarro na autoestrada se este tivesse uma frota de autocarros de passageiros ou de transporte de carga ou outro negócio?
Um excluído não tem nada a perder.
Devemos deixar de ser indiferente para com a exclusão de um moçambicanos, pois antes de ser da Renamo, MDM, PDD ou outro partido político é um moçambicano.
A guerra civil já é uma realidade. Um excluído tem uma força que parece sobrenatural, dado que a vontade dele é sobreviver. Há necessidade de acolhermos o diferente. A diferença é fruto de uma determinada construção, ideologia e ela não deve prevalecer sobre os valores humanos.
Viva a inclusão, harmonia, entendimento, compreensão, Paz, concórdia, coesão social.
16/01/2014